
.O adversário que (me) fugiu, apesar de dizer que não é candidato a nada, até parece que continua a ser o verdadeiro candidato à presidência da Junta, tal a sanha persecutória que vem exibindo contra a minha pessoa. Contra a minha pessoa, digo bem. Não contra as minhas ideias, nem contra as propostas da minha candidatura. O que só abona da sua esperteza.
O adversário que (me) fugiu tem meios mais expeditos. Não perde tempo com a cabeça de quem pensa, vai-lhe directo às canelas, na ânsia de lhe cortar logo as pernas. É o que tem tentado com toda a gente que pensa diferente, mesmo com destacados militantes do seu próprio partido. Porque haveria eu de ser excepção? No meu caso, porém, terá mesmo muito que tentar. Garanto-lhe.
O adversário que (me) fugiu, mimoseou-me durante a campanha com a sua predisposição para o conflito e, sobretudo, para os ataques pessoais. Chamou-me de ressabiado e classificou-me como candidato do passado por entre falsas referências menos éticas, quando, no passado, só ele esteve à frente da Junta. No seu blogue pessoal, por entre os insultos e as grosserias do costume, dirigiu-me uma ridícula carta aberta - mais furada do que aberta - com a qual pretendeu ditar-me a agenda política, dizer-me o que eu deveria fazer, talvez mesmo o que deveria pensar. Como estratégia para me desviar a atenção da campanha eleitoral, não estava mal visto, não senhor. É claro que não lhe respondi.
Os Oliveirenses não estão interessados em saber o que os candidatos pensam uns dos outros, mas sim, a sua visão de futuro para a freguesia, as suas propostas, o seu saber e experiência de gestão. Numa palavra, querem que os candidatos façam política e não politiquice. Também neste aspecto há-de ser notória a diferença entre a minha candidatura e a do actual candidato do PS que sempre se identificou, sem qualquer reserva, com esta tão indecorosa forma do adversário que (me) fugiu fazer política.
* O ainda presidente da Junta de Oliveira do Douro mas já quase só presidente do PS Gaia.
O adversário que (me) fugiu tem meios mais expeditos. Não perde tempo com a cabeça de quem pensa, vai-lhe directo às canelas, na ânsia de lhe cortar logo as pernas. É o que tem tentado com toda a gente que pensa diferente, mesmo com destacados militantes do seu próprio partido. Porque haveria eu de ser excepção? No meu caso, porém, terá mesmo muito que tentar. Garanto-lhe.
O adversário que (me) fugiu, mimoseou-me durante a campanha com a sua predisposição para o conflito e, sobretudo, para os ataques pessoais. Chamou-me de ressabiado e classificou-me como candidato do passado por entre falsas referências menos éticas, quando, no passado, só ele esteve à frente da Junta. No seu blogue pessoal, por entre os insultos e as grosserias do costume, dirigiu-me uma ridícula carta aberta - mais furada do que aberta - com a qual pretendeu ditar-me a agenda política, dizer-me o que eu deveria fazer, talvez mesmo o que deveria pensar. Como estratégia para me desviar a atenção da campanha eleitoral, não estava mal visto, não senhor. É claro que não lhe respondi.
Os Oliveirenses não estão interessados em saber o que os candidatos pensam uns dos outros, mas sim, a sua visão de futuro para a freguesia, as suas propostas, o seu saber e experiência de gestão. Numa palavra, querem que os candidatos façam política e não politiquice. Também neste aspecto há-de ser notória a diferença entre a minha candidatura e a do actual candidato do PS que sempre se identificou, sem qualquer reserva, com esta tão indecorosa forma do adversário que (me) fugiu fazer política.
* O ainda presidente da Junta de Oliveira do Douro mas já quase só presidente do PS Gaia.
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